TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

sábado, 18 de abril de 2026

O DESEJO A PULSAR


Teu olhar, fogo a arder,
Corpos dançam na emoção,
Noite quente a envolver,
Pura mágica atração.

Lábios roçam num fervor,
Paixão viva a se acender,
Desejos fundem o amor,
Numa noite a não esquecer.

Peles tocam, fogo e luz,
Sussurros vão se espalhar,
No calor que nos conduz,
O desejo a pulsar.





  Cléia Fialho

sexta-feira, 17 de abril de 2026

OS POETAS E SUAS ALMAS IMORTAIS



Os poetas são seres etéreos,
cujas almas transcenderam a mortalidade.
Em suas palavras, 
encontramos a luz que os eterniza,
pois a poesia é a sua dádiva para o mundo.
 
O poema é a arte que reinventa
nosso alimento acima e além da angústia.
Enquanto houver clamor por escrever,
os poetas continuarão vivos,
ecoando suas palavras 
nos subúrbios de nossa alma.
 
E assim, os poetas não morrem,
suas almas imortais ecoam 
através de sua poesia.
Suas palavras são reflexos
de suas consciências e inconsciências,
representando a essência de quem são.
Enquanto suas obras perdurarem
e forem lidas por novos leitores,
o poeta permanecerá vivo,
mesmo que o papel se torne 
frágil e a caneta falhe.
 
Os poetas não morrem por idade,
mas sim quando suas obras caem no esquecimento.
Enquanto houver leitores abrindo seus livros
e se deixando envolver pelas palavras
o poeta continuará vivendo.
Seu legado transcende o tempo,
sendo eternizado através do poder da poesia.
 
Portanto, celebremos os poetas 
e suas almas imortais.
Que suas palavras continuem 
encantando e inspirando gerações futuras,
mantendo viva a chama 
da criatividade e da sensibilidade.
Que possamos valorizar e apreciar 
a magia da poesia, que nos conecta com a essência
mais profunda da existência humana.




  Cléia Fialho

quinta-feira, 16 de abril de 2026

quarta-feira, 15 de abril de 2026

VOO ETÉRIO E BELO



Nas asas livres do pensamento eu me elevo
Além dos montes e rios, num voo etéreo e belo
Busco a essência na luz do mistério profundo
Onde o amor se entrelaça ao canto do mundo.

A brisa murmura segredos ao vento errante
Enquanto o sol tinge o céu num tom radiante
As estrelas são versos num livro infinito
E nelas me perco, em fulgor tão bonito.

No silêncio sagrado, a lua se veste de prata
Guardiã dos mistérios que a noite relata
Os sonhos são pontes que cruzam o véu,
Onde a alma, em dança, se funde ao céu.





  Cléia Fialho

terça-feira, 14 de abril de 2026

RESIDE A IMORTALIDADE



Ao silêncio da noite
suas almas se fundiram
No infinito
a luz de suas estrelas reluziram
Em cada palavra
em cada rima, em cada verso
Reside a imortalidade
o eterno universo.
 
Poetas falecidos
ainda vivem os vossos versos
Em almas em mentes
e corações submersos
Nossas canetas
homenageiam as vossas artes
Em cada versar
das vossas essências parte a parte.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 13 de abril de 2026

ESSÊNCIA OCULTA



Nas asas do vento sutil e etéreo
 Minh'alma se eleva, alcançando o mistério
Além das colinas e vales da terra
 Rumo ao universo, onde o infinito se encerra.
 
No murmúrio das águas que cantam canções
 O eco de um segredo ancestral ressoa em tons
 Liberdade na dança das folhas ao vento
 Revela um conhecimento profundo e atento.
 
As estrelas no céu, centelhas de luz
 Sussurram histórias de tempos de paz e cruz
 A lua sorri, guardiã dos sonhos noturnos
 Guiando mentes cansadas para destinos internos.
 
Desvendo os véus da realidade aparente
 Busco a essência oculta, transcendente
 Na quietude do silêncio, ouço a voz do aquém
 Conectando-me ao todo, sou parte do além.




  Cléia Fialho

domingo, 12 de abril de 2026

VERSOS D'ALMA



Na tela em branco da existência, os poetas
Artífices das palavras, feiticeiros de versos
Com tinta e lágrimas, tecem seus segredos
E no papel, desvelam sonhos discretos.

Das profundezas do âmago, a inspiração brota
Como um riacho de letras, fluindo sem fim
Os poetas são navegadores do pensamento
Explorando os mares do tempo, além do horizonte.

No jardim das metáforas, onde florescem
Versos como pétalas, ternas e serenas
Refletindo almas que no mundo guarnecem.

Desvendando mistérios, trazendo à tona a beleza
Com rimas e ritmo, criam a melodia
Qu.e ecoa aquecendo o coração com destreza.

Os poetas, seus versos são como asas
Que elevam os espíritos, libertando sonhos
Em seu universo, encontramos refúgio e graça
Nas palavras que laçam sentimentos risonhos.

Em versos e estrofes, perpetuam a magia
Que nos faz sonhar, rir, chorar e entender
A vocês, poetas, nossa eterna gratidão
Por pintarem com palavras, que queremos ler.




  Cléia Fialho

sábado, 11 de abril de 2026

OS POETAS NUNCA MORREM



Os poetas nunca se despedem
Pois na poesia encontrarão eternidade
Como um facho de luz que acende a esperança
Mesmo em terreno áspero, como pedras no caminho.

Mas a água do rio fluirá livre entre essas pedras
Como a seda correndo suavemente
E preencherá cada fenda,
como as palavras preenchem a noite.

Os poetas nunca morrem
enquanto o clamor da escrita persistir
Um clamor louco que habita o âmago
de noss'alma, sob o calor da vida.





  Cléia Fialho