Sempre fui nascente de desejo.
Um abismo de volúpia.
Arranco nossas roupas como quem rasga limites.
Beijo tua boca doce até perder o fôlego.
Teu corpo inteiro ofega, vibra, implora.
O cio nos consome em frenesi.
O gozo explode em vertigem.
Eu grito.
Eu uivo.
Eu tremo em espasmos.
Gemidos se multiplicam em orgasmos.
Meu macho, meu delírio.
A força que me invade.
O prazer que me rasga.
O homem que faz da mulher
um corpo em chamas,
um grito de amor,
um êxtase sem fim.
❦
Cléia Fialho


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