Como sombra que se estende no silêncio,
sou a aurora que se embriaga nas tuas mãos.
Escrevo as palavras com o fogo das estrelas,
desenhando no ar contornos dos teus sonhos.
sutileza que chama o cosmos ao encontro.
Na linha tênue entre o ser e o nada,
teu desejo floresce como rastro de fogo.
Sou a labareda que se esconde na noite,
uma mariposa sem medo da chama.
No eco do teu olhar, a poesia renasce,
o poema arde, imortal, nos nossos corações.
A madrugada dissolve os limites do tempo,
nossos espíritos caminham por jardins invisíveis,
Onde constelações repousam entre os dedos
e o infinito respira dentro de cada beijo.
nossos espíritos caminham por jardins invisíveis,
Onde constelações repousam entre os dedos
e o infinito respira dentro de cada beijo.
❦
Cléia Fialho


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