Extrai do meu corpo coquetel
Faz brotar da fonte o mel
Suga-me...
Rasga minha tensa inquietude
Dilacera do peito a virtude
Deflora-me...
Sem clemência serei sua
Segregando o que a pele acentua
Profana-me...
Avassala meus sonhos promíscuos
Transpassa os sentidos ariscos
Doma-me...
Recheia com seu gozo meu cio
Dociliza meu porte arredio
Possua-me...
Linda Interação do Amigo Poeta J R
Seu mel
Esse mel que brota agora
já existia em você com toda a força
já havia ele só esperava a extração.
Foi agora sugado e engolido
por um homem bem amado e resolvido
que te levou lá pra dentro do vulcão.
E sugou esse mel sem se importar
com a dor que iria lhe causar
dando em troca só prazer,..e essa paixão!
Suga-me o corpo
avassala meu tesão
Invada-me o âmago
com as lavas do seu vulcão.
Linda Interação do Amigo Poeta Merlin Magiko
ELEVAÇÃO
Teu corpo em alta temperatura
Tua pele tatuada de prazer
Alvoroço das tuas loucuras
Nos meus ouvidos pus-te a gemer
Teu corpo feito coquetel molotov
Inquieta a ânsia do teu desejo,
não há quem te para
Gritos com muito ensejo
De suor o teu corpo chove
Uma flor desabrochada
Pedes o meu toque
para acalmar a tua alvorada
Você toda corada, molhada
Deixas os teus dedos penetram na tua fresta
Resmunga a tua alma faminta
Doma-me, doma-me
diz o teu gemer promíscuo
Tua boca sedenta
com um prazer não supérfluo
Teus seios elevam-se com os arrepios
Teus gritos agudos,
vem com o cheiro do teu cio
Possua-me possua-me dizes suspirando
Sou toda tua, vá prova da minha carne
Não tenhas piedade,
vá acaba com a minha vaidade
Sou a tua devassa, atenda o meu pedido
E faça-me perder os sentidos...
Ui! Deliciosamente envolvida
meus sentidos profanados
sem peso ou medidas
o meu cio foi adestrado.
Linda Interação do Amigo Poeta Paco Neruda
Eu te possuo,
amenizo teu ser arredio,
inundo tua vulva no gozo viril,
aquieto-te,
e enlouqueço teus desejos líricos,
poéticos e exóticos,
devassando teus sentidos eróticos,
nas minhas vontades insanas,
e se profano o pudor,
nada faz sentido sem amor,
porque o corpo e a pele reclama,
se não acesa a chama,
se não quebrar todas as virtudes,
nem sugar o mel que escorre,
da vulva em fogo,
que somente o prazer socorre,
nos gemidos santos,
como se fosse um jogo,
de morte e vida.
Na penetração profunda,
libertina, que faz a vulva insana,
atrevida, e que fascina,
Quando o orgasmo escorre da "xana".
Assim, sem clemência,
e com toda a indecência.
Que o pudor revela e a alma geme,
na insensatez do gozo que é referência,
De um prazer despudorado que o corpo treme.
Vem, que nesta manhã de tesão,
quero foder tua buceta com fogo de um vulcão.
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