Na solidão, sou minha própria amante
Exploro a pele quente com dedos lentos
Descubro segredos entre as coxas úmidas
Encontro prazer e me entrego sem medo.
Na solidão que envolve a minh’alma
Um gemido baixo preenche o ar
Apenas minha própria mão ressoa
No silêncio quente a me acariciar.
Os seios pesados pedem carinho
Os mamilos endurecem sob o toque
Desço mais fundo, abro as pernas
E deixo o desejo invadir sem freio.
O corpo treme, o gozo sobe
Molho os dedos no meu próprio oceano
Na solidão eu me fodo com fome
E me encho de prazer até o fim.
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