Percorro-te sem pressa,
sentindo a febre que emana da tua pele,
traçando caminhos na tua cintura esguia,
entre o ventre macio e o calor do teu peito.
Descubro os teus flancos com dedos trêmulos,
mergulhando o meu olhar no abismo dos teus olhos,
enquanto me entrego, poro a poro,
ao furor faminto da tua boca.
Minha mão perde-se na fresta aberta,
onde as águas doces e profundas se encontram,
no ritmo cego de quem tateia o escuro
e tropeça no limite exato do prazer.
Grito de frente para a tua imensidão,
nessa subida vertiginosa às hastes da loucura,
onde o fogo se mistura à neve do abandono
e o meu corpo, enfim,
descansa no teu orvalho.
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Passando, gostando, elogiando, ficando seguidor.
ResponderExcluirUma feliz Páscoa para si e família.
" R y k @ r d o " Muito obrigado querido, sinta-se em casa! Bjinhos em seu coração.
ExcluirUm texto que renova a esperança na convivência amorosa.
ResponderExcluirÉ preciso alimentar o amor.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Juvenal Nunes, que honra tê-lo aqui. Gratidão enorme pela visita e carinhoso comentário. Abraços amigo
ExcluirQuando a esperança floresce,
ResponderExcluire o desejo se acende, fulgurante,
a noite escura é muito mais fascinante!...
Grato pela tua carinhosa visita Cléia. Volta sempre!
Abraços poéticos***
A.S.
A.S. - Que linda interação, vou colocá-la junto ao versar, para embelezar mais a poesia. Gratidão amigo poeta.
ExcluirOlá Cléia!
ResponderExcluirBelo poema de esperança, querida amiga. Gostei muito.
Votos de feliz semana.
Beijinhos!
Mário Margaride.
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Obrigada querido.
ExcluirBeijinhos
🐾