TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia




segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

TEU OLHAR É LUZ QUE ACALMA



Teu olhar é luz que acalma,
Que me guia com tanto ardor,
Em teus braços, a minha alma,
Encontra a paz, o doce amor.

Encontra a paz, o doce amor,
Em teus braços, a minha alma,
Que me guia com tanto ardor,
Teu olhar é luz que acalma.

Teu sorriso é meu abrigo,
Nos teus beijos, meu refúgio,
Com você, tudo é antigo,
E ao teu lado, eu sou puro.

E ao teu lado, eu sou puro,
Com você, tudo é antigo,
Nos teus beijos, meu refúgio,
Teu sorriso é meu abrigo.

Teu olhar é luz que acalma.




  Cléia Fialho

O Experimental Vaivém Nunix
é uma criação do Poeta Christiano Nunes

domingo, 20 de dezembro de 2015

ENTRE O SILÊNCIO E O DESEJO



O ar pesado, o toque que não pede licença,
Teus dedos percorrem o mapa da minha pele,
Um sussurro rouco, uma breve sentença,
Que faz com que a razão, enfim, se rebele.

Sinto o teu pulso acelerando o meu,
A sombra do desejo desenhada no quarto,
O teu corpo buscando o que sempre foi teu,
Neste jogo ardente, onde o sentir é farto.
CF


Tua respiração, melodia que me consome,
O perfume que inundo e que me traz o caos,
Não preciso de preces, nem de nome,
Apenas da entrega onde os sentidos são maus.

Tua curva convida, teu fogo incendeia,
Eu sou o náufrago em tua correnteza,
Nesta dança onde o medo logo se arreia,
E a carne revela a sua inteira crueza.
DRM


Tua entrega é a chave, meu corpo, a porta,
Onde a lua testemunha o nosso delírio,
A nudez da alma, que pouco se importa,
Com o tempo ou o mundo, ou qualquer martírio.
CF


Somos o encontro, o choque, o abismo,
Onde o prazer se faz língua e se escreve,
No ápice desse eterno mecanismo,
Onde a carne pesada se torna leve.
DRM




  Cléia Fialho & Don Juan DeMarco

sábado, 19 de dezembro de 2015

O RUMO DO TEU ENCANTO




Meu vulto, tal chama, anseio intenso,
Incendeia, instiga este querer,
Ao contato, vibra o imenso
Sentimento de enfim pertencer.

Contigo, encontro a própria vida,
Num rastro, a vontade se faz,
Ardente busca, nunca esquecida,
Pois tu me trouxeste a audaz.

Teu lábio, porto que me acolhe,
Onde me extravio, torno-me seu,
A essência que o destino escolhe,
Transformando o que jamais morreu.

Prazer latente, parte da alma,
Seguindo o rumo do teu encanto,
Um abraço quente que embala,
Neste instante de amor, tanto.




  Cléia Fialho

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

PAIXÃO QUE CONSOME A CARNE



Teu corpo a me chamar,
Agora é pura tentação,
Lábios prontos para dominar,
Incendeia minha pulsação.

Braseiro que queima sem dó,
Intenso, bruto, sem freio,
Toca cada centímetro só,
Deste suado e voraz meio.

Desejo espalhado no vento,
Pelo gozo, pela profundeza,
Sinto o teu alento,
Selando nossa estranha nudez.

Paixão que consome a carne,
Perdido, mudo, enlouquecido,
Braços que me tornam o arne,
Deste ato tão proibido.




  Cléia Fialho

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

ENCANTO QUE DOMA E SEDUZ




Teu olhar me incita a sonhar,
Hora de voraz ardência,
Pele a me convocar,
Em pura e crua urgência.