Gostoso gosta,
a carne se entrega ao toque voraz,
dedos traçam curvas, lambem o sal da pele,
um banquete de suspiros que não acaba.
Guarda gratidão no peito acelerado,
pelo prazer que inunda, pelo corpo que se abre,
olhos famintos devoram seios erguidos,
coxas que tremem, implorando mais fundo.
Garante galanteios generosos,
língua generosa circula no centro latejante,
beijos que mordem, chupam, provocam o rio,
dedos generosos penetram, giram, explodem.
Gesticula, glorifica o altar do desejo,
mãos dançam sobre nádegas, glorificam o arco,
quadris colidem em ritmo selvagem e devoto.
Gemidos gentis viram uivos roucos,
garganta aberta, ecoa o êxtase cru,
gala germina no ventre, floresce em gozo,
sementes quentes brotam, unindo almas em fogo.
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