sexta-feira, 8 de maio de 2015
OS LENÇÕES EM BRASA - Capítulo I
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quinta-feira, 7 de maio de 2015
VERSOS OBSCENOS
Tua língua traça versos obscenos
em minha pele arqueada e ofegante,
descendo devagar pelo ventre sensível,
provocando o centro de tudo,
até eu gritar em convulsão descontrolada
e profunda que rasga o silêncio.
Penetras-me em estocada única e brutal,
fundo e sem trégua...
meu corpo apertando em espasmos violentos
que arrancam o ar dos meus pulmões.
Gozamos juntos em explosão final e única,
fluidos quentes nos unindo em correnteza,
corpos trêmulos e colapsados,
grudados de suor intenso
e desejo insaciável.
A noite inteira nos devora
em ritmo ininterrupto
e faminto sem limites,
saciados,
destruídos,
aconchegados no lençol quente
e suadado de nós.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
DEVORADOS PELO FOGO
Tuas mãos descem ferozes pelo meu ventre,
acendendo rastros de chama
em cada poro da minha pele sensível e exposta.
Eu me abro,
entrego,
arqueio sob o teu corpo e sinto teu desejo
entrar fundo e devagar,
rasgando o silêncio em gemidos roucos e profundos.
Gozamos juntos em explosão final,
corpos trêmulos e colapsados,
saciados e eternos no lençol quente e encharcado.
Mas a fome não dorme.
A tua boca desce voraz até meu sexo ainda pulsante,
a língua provoca o centro de tudo,
e eu grito outra vez,
sem controle.
Tuas mãos apertam meus quadris,
me posicionam para receber-te de novo.
Entras com força,
o ritmo é brutal,
ininterrupto,
e eu aperto as unhas nas tuas costas
enquanto o novo orgasmo rasga minha garganta.
Colapsamos juntos,
ofegantes,
cansados,
grudados pelo suor da noite inteira.
Teu hálito quente contra meu pescoço
acende novo fogo lento,
o suor esfriando entre nossos ventres colados.
A madrugada nos encontra entrelaçados,
dedos traçando mapas furtivos
na pele ainda trêmula.
Sinto o teu desejo despertar novamente
contra minha coxa,
e sorrio no escuro,
pronta para ser devorada mais uma vez.
terça-feira, 5 de maio de 2015
BEIJOS QUE QUEIMAM
Dos beijos que incendeiam
a minha pele nua e sensível,
deixando rastros de fogo líquido
em cada curva e dobra,
na busca voraz e devorante
do êxtase que se ajusta e rasga
ao teu toque possessivo,
profundo e brutal.
Tua boca desce escaldante
pelo meu pescoço,
mordendo o ombro,
lambendo o suor salgado
que brota em gotas quentes.
Eu me arqueio inteira,
ofegante,
entregue ao fogo
que consome minha carne
sem trégua nem piedade.
Entre lençóis de seda suados
e noites escaldantes,
teu corpo sobre o meu,
penetras-me em estocadas
lentas e profundas,
a minha grutta molhada
apertando em espasmos violentos
enquanto o mundo se dissolve e
m gemidos roucos e obscenos.
Gozamos juntos em explosão final,
fluidos quentes nos unindo,
colapsados em saciedade absoluta,
eterna e destruidora.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
RECEPTIVA E FAMINTA
A umidade entre minhas pernas já é incontrolável,
um escorregadio lembrete obsceno e quente
de que meu corpo está pronto,
aberto,
exposto,
faminto,
vibrando em expectativa crua.
Sinto o colo uterino pulsar
em chamado receptivo e profundo,
esperando ser preenchido,
rasgado,
completado por teu desejo de pedra.
Cada batida de sangue na minha pele sensível
grita por tua entrada violenta,
a fenda molhada escorre
em súplica voraz que mancha os lençóis.
O sexo incha,
os lábios latejam,
a boceta aperta em convulsão antecipatória,
e eu me arqueio sozinha,
ofegante,
oferecendo o vazio úmido que teu pau duro pode sarar.
Penetras-me em estocada profunda até a base,
o útero te recebe em espasmo apertado e faminto,
e gozo em gritos que rasgam a noite escura,
fluidos quentes escorrendo em prova de que estava pronta,
destruída, preenchida,
eternamente tua no lençol encharcado.
domingo, 3 de maio de 2015
CHEIROS DE NÉCTAR
Cheiros de néctar, o aroma da paixão,
Envolve nossos corpos num doce abraço,
E nesse encontro, somos um furacão,
Sacia-se a sede em cada beijo escasso.
Um gosto agridoce, essa tentação,
Nossos lábios se encontram num compasso,
Em volúpias sensuais, sem ilusão,
Saboreamos o prazer em cada traço.
Na dança do desejo, o tempo voa,
Nossos corpos, entrelaçados em luxúria,
Na entrega plena, a alma se esvoa.
E nesse poema sensual que cria,
Cheiros de néctar, o amor se entrelaça,
O doce agridoce, em nós, se propicia.
sábado, 2 de maio de 2015
DESEJO SEM TRÉGUA
Apenas quero esse êxtase que se renova,
voraz e incessante,
uma chama que nos lambe a alma e a pele exposta,
sensível.
As chamas da paixão incendiam nossos corpos nus,
suados,
ofegantes,
e nós queimamos juntos, abertos,
molhados,
gemendo no escuro profundo.
Nessa entrega plena,
onde o amor se prova com a boca,
com os dentes mordendo,
com os dedos cravados na carne macia,
a cada toque desvendamos novos sonhos
obscenos e profundos,
um gemido rouco,
um arrepio violento,
um gozo que rasga o silêncio.
Não é só desejo
— é fome devorante que roeu a noite inteira,
é corpo fundindo corpo,
suor escorrendo entre as coxas abertas,
é a língua traçando versos na pele nua,
ofegante, salgada,
e o prazer pulsando,
sem fuga,
sem fim,
sem limites.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
AROMA DE SEXO
O aroma que em ti reside é poesia obscena e carnal,
que me embriaga como licor forte,
me envolve em névoa de suor salgado,
me consome em chamas sem piedade nem trégua.
É o cheiro da virilha molhada,
do sexo aberto e pulsante,
da pele quente que clama voraz por minha boca faminta.
Na sinfonia dos corpos em harmonia brutal,
onde o gemido rouco é nota aguda
e o estalo úmido da carne é compasso,
penetro-te em versos profundos,
molhados,
arrancados do ventre.
A língua traça rima no clitóris intumescido,
os dedos marcam ritmo na carne que se arqueia em espasmos.
Até que o orgasmo exploda em crescendo feroz,
fluidos quentes escorrendo pelas coxas,
corpos colapsando em uníssono,
ofegantes,destruídos,
eternos nessa poesia escrita com sexo e fogo.
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