O prazer é fogo sem clemência,
um inferno que arde na pele,
devorando cada suspiro,
consumindo cada limite.
As chamas se erguem em gemidos,
labaredas dançam entre os corpos,
e não há salvação,
apenas a vertigem da entrega.
No inferno do prazer,
somos condenados ao êxtase,
somos mártires da luxúria,
somos oferenda ao fogo eterno.
E quando o último suspiro vier,
não será fim, mas renascimento,
pois no ardor da perdição,
há eternidade em cada chama.
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