No Éden verde, onde a sombra se esconde,
Um desejo antigo, qual brasa acesa,
A pele exposta, em curvas responde,
E a alma se entrega, em doce promessa.
Teus lábios, rubis de paixão ardente,
Despertam a fera que em mim reside,
Um laço de corpos, num ritmo potente,
Onde a noite e o dia se confundem e hão de abide.
Um toque suave, um sussurro roubado,
A respiração presa, em êxtase profundo,
O corpo se curva, ao prazer almejado,
E a razão se perde, num instante imundo.
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