TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

sexta-feira, 5 de junho de 2026

INCENDEIA MEU CORPO



Teus olhos profundos
como estrelas a cintilar
Desvendam segredos
que queremos revelar.

Teu toque suave
como brisa a acariciar
Incendeia meu corpo
não consigo disfarçar.

Teus sussurros em meu ouvido
fazem meu mundo silenciar,
e em cada doce instante
vejo o amor se derramar.

Na dança dos nossos sonhos,
sob o luar a nos guiar,
nossos desejos se encontram
como ondas beijando o mar.

 



  Cléia Fialho

quinta-feira, 4 de junho de 2026

O TEMPO REPOUSA



Contigo os dias brilham mais fortes,  
Sonhos que dançam, mudando a sorte,  
Voamos juntos sem direção,  
Na bússola louca do coração.  

Teu riso é brisa que me acalma,  
Teu toque é chama que aquece a alma,  
Nosso amor rompe o impossível,  
Tão real quanto o invisível.  

És o poema que a vida escreveu,  
O verso secreto que a vida me deu,  
Em cada gesto, o mundo se alinha,  
Meu céu começa onde tua mão caminha.  

Só com você, o tempo repousa,  
A dor se cala, a paz se pousa,  
E nesse abraço que não tem fim,  
O amor floresce dentro de mim.  




  Cléia Fialho

quarta-feira, 3 de junho de 2026

OLHARES CRUZADOS



No toque suave, desejo se inflama,
Olhares cruzados, ardor que chama,
E o fogo no peito já proclama.

Lábios que sussurram promessas ao ar,
Mãos que desenham mapas de morar,
Pulsos que se encontram, tempo a dobrar.

Respira a noite, envolvem-se as fibras,
Silêncios viram música entre sombras e brisas,
O desejo vive em nós, ardente, vive!
E o mundo se fecha em nossos giros livres.

Queime a vergonha, acenda a ventura,
Cada toque é ânsia, cada gesto é cura,
Somos brasas antigas em nova ternura.

Sussurros ao vento, convite velado,
Pele que anseia, um arrepio ao lado,
Corpos que dançam num ritmo marcado,
O tempo suspira, eterno e encantado.




  Cléia Fialho

terça-feira, 2 de junho de 2026

TRILHA ENVOLVENTE



No toque que acende o desejo ardente
Os corpos se encontram em doce chama
Suspiros sussurram em trilha envolvente.

Pele na pele, um fogo que clama
Olhares que dizem o que a voz não ousa
Beijos profundos em paixão confusa
Onde o amor se faz e se derrama.

No ritmo febril da noite serena
Mãos desenhando caminhos secretos
Entre arrepios de seda e poema.

E enquanto o silêncio recolhe os afetos
Fica no ar a fragrância pequena
De dois corações em laços inquietos.





  Cléia Fialho

segunda-feira, 1 de junho de 2026

UM DESEJO ENVOLVENTE



Teus dedos percorrem
meus caminhos mais secretos,
e entre suspiros inquietos
vou perdendo as defesas.

Tua boca em minha pele
é febre lenta e ardente,
um desejo envolvente
que em meu corpo se revele.

E quando o instante explode
em calor e rendição,
já não existe razão
que nosso querer impeça.

Pois no compasso dos beijos,
na vertigem do tocar,
somos fogo a incendiar
a noite dos nossos desejos.




  Cléia Fialho

domingo, 31 de maio de 2026

EU ME ACABO EM TESÃO



Na ânsia desmedida do nosso encontro,
Em chamas de desejo que me consomem,
Eu me acabo de tesão, sem pudor ou desconto.

Os sentidos se afloram, em explosão intensa,
Cada toque, cada beijo, é pura adrenalina,
E nesse frenesi, meu corpo se rende, imensa.

As mãos trêmulas exploram cada curva,
Em suspiros e gemidos, o prazer se eleva,
E eu me acabo de tesão, sem qualquer reserva.

Nossos corpos suados se entrelaçam com volúpia,
Em um ritmo frenético, dançamos o êxtase,
E eu me entrego, me perco, na plenitude da luxúria.




  Cléia Fialho

sábado, 30 de maio de 2026

QUANDO TE BEIJO



Quando te beijo
e o tempo se rende,
tua boca é chama
que em mim se entende.

Sou brisa em delírio,
sou mar em ondas,
teu toque me guia,
teu gosto me sonda.

Te beijo e descubro
o céu do teu cio,
ardendo comigo
no mais doce arrepio.

E quando enfim
o silêncio nos toma,
é teu corpo o poema
que o meu verso entona.




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DUICE

Quando você me beija,
seus lábios são uma chama de fogo
que traça meu corpo ereto,
dissolvendo-se em sua boca
e se tornando seu doce sabor
a cada beijo.

 GRATIDÃO 

sexta-feira, 29 de maio de 2026

CHAMA ETERNA DA PAIXÃO



Como rios que o mundo não pode domar,
A paixão arde, chama a se libertar,
Transborda os muros, desafiando o normal,
Quebra as correntes, com seu fogo vital.

É tempestade que em fúria se solta,
Destrói a calma, submete a razão,
Transforma a alma, a mente revolta,
Liberta os sonhos com intensa paixão.

No peito, um coração nunca se aquieta,
Bate forte, um desejo sem fim,
Grita no silêncio, e a alma inquieta
Carrega a centelha do amor que é assim.

Paixão que transborda, torrente sem par,
Poder que queima, que eleva e que oprime,
Cada ferida se torna arte no mar,
E cada noite, um céu que se redime.

Na escuridão, ela é luz que conduz,
Um farol que guia a alma perdida,
Fogo que arde, mas nunca se reduz,
Rugido eterno, chama da vida.

É maré que jamais se acalma,
Dança entre céu e terra sem fim,
Cada batida traz sua guerra,
E cada suspiro é um grito sem fim.

Paixão, fonte de vida infinita,
Não pode ser presa, não pode ser contida,
Grito eterno, mistério e causa bendita,
Que dá sentido à vida escolhida.




  Cléia Fialho