Na ânsia desmedida do nosso encontro,
Em chamas de desejo que me consomem,
Eu me acabo de tesão, sem pudor ou desconto.
Os sentidos se afloram, em explosão intensa,
Cada toque, cada beijo, é pura adrenalina,
E nesse frenesi, meu corpo se rende, imensa.
As mãos trêmulas exploram cada curva,
Em suspiros e gemidos, o prazer se eleva,
E eu me acabo de tesão, sem qualquer reserva.
Nossos corpos suados se entrelaçam com volúpia,
Em um ritmo frenético, dançamos o êxtase,
E eu me entrego, me perco, na plenitude da luxúria.
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Olá!
ResponderExcluirVejo que, ultimamente, estás a escrever textos curtos.
Uma coisa é certa, com isso, estás a conseguir condensar de forma majestosa, a imagem repleta de sensualidade e erotismo que chega a quem te lê.
Muito bonito.
Abraço!
Me encanto leer este poema que aun teniendo la lujuria como protagonista no me pareció muy lujurioso.
ResponderExcluirSaludos.