Quando a luz nascer, corpos cansados,
Não busques o rastro dos dias perdidos,
Eles se dissolveram nos nossos espaços,
No suor misturado, nos desejos partidos.
Entre as pernas, a sede e a fome antiga,
Entre o toque ardente e a pele rendida,
Essência que pulsa, chama que abriga,
No êxtase feroz da entrega vivida,
Nos minutos que queimam e nunca cessam,
Moram as horas que o tempo esquiva,
Nos corpos que se buscam e se entrelaçam,
Na febre que arde, no desejo que cresce,
No amor que devora e jamais desaparece.
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Una poesía especial no solo por la métrica de los versos, ya que no recuerdo versos tan largos. En ella nos narras bellamente como es la vida.
ResponderExcluirSaludos.