Como um delírio, como correnteza
Vai tomando conta de mim
Me abandono sem defesa
Como quem chegou ao fim
É minha insanidade.
Vai tomando conta de mim
Me abandono sem defesa
Como quem chegou ao fim
É minha insanidade.
É o vento levando embora a tormenta
É a chuva regando a dor que me atormenta
É minha insanidade.
É um amor sem remédio
Uma força sem freio
Um grito ecoando dentro do peito
É minha insanidade.
Como ave de asas feridas
Como alma sem saída
Meu coração se desfaz em dor.
A solidão bate à porta
E a paixão já criou rota
Faz crescer ainda mais meu sofrer.
Como um rio perdendo o curso
Como um céu ficando escuro
Meu coração desaprendeu viver.
Como vidro estilhaçado
Como um sonho abandonado
Vou seguindo sem saber por quê.
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Me gusto tu poema. Te mando un beso y te deseo un buen fin de semana.
ResponderExcluirMuy romántico y apasionado poema. Un delirio ardiente de deceos. Gracias por compartir tan sublime entrega.
ResponderExcluirFeliz Verano, un cálido abrazo.
Una bendita locura que inspiro un poema cargado de belleza y sentimiento.
ResponderExcluirSaludos.