domingo, 9 de novembro de 2025
AINDA MAIS PRAZEROSO
sábado, 8 de novembro de 2025
NOS BRAÇOS DO AMOR
Em teu olhar vejo o ninho
Onde a paz quer repousar,
Teu sorriso é meu caminho,
Feito estrada a me guiar.
Vejo o brilho do farol
Que me ensina a te amar.
Teu beijo é doce cantiga,
Melodia a me envolver,
Tua presença abriga
Cada verso do querer.
E no toque da tua mão,
Brotam flores da paixão
No jardim do meu viver.
Se a saudade faz morada,
Teu nome vem me acalmar,
Como brisa perfumada
Que insiste em me abraçar.
Não há tempo, nem lugar
Que consiga separar
Do meu peito o teu lugar.
Nosso amor é céu aberto,
É luar a reluzir,
É destino tão concreto
Que não sabe mais fugir.
Contigo sigo em paz,
Onde fores, sigo atrás,
Feito rio a prosseguir.
E nos braços desse enredo,
Me perco só pra achar
Teu carinho, doce enredo
Feito para me embalar.
O mundo inteiro se esconde,
Quando teu amor responde
Ao meu jeito de te amar.
Nos braços do amor, me deixo levar,
É nele que encontro meu doce lugar.
sexta-feira, 7 de novembro de 2025
QUANDO O AMOR ERA CHAMA
mas ele brilha onde o tempo não alcança.
Te amei em silêncio,
como quem escuta o mar e se deixa embalar,
como quem dança e, dançando, encontra ternura.
Teu nome vinha doce na minha boca,
como um poema que se declama sem saber.
Agora é lembrança que insiste,
um toque ausente que ainda arde nos dias.
O tempo levou tua voz na alvorada,
mas há um eco dentro do peito —
uma música branda que foi minha.
Saudade é flor que ninguém podou,
cresce desordenada num jardim em ruínas.
E a dor do amor que partiu...
ainda respira.
quinta-feira, 6 de novembro de 2025
quarta-feira, 5 de novembro de 2025
terça-feira, 4 de novembro de 2025
SOU DESEJO... LIBERDADE
Antes que eu fale contigo,
antes do vento soprar,
sinta o meu peito, eu te digo,
tudo começa a pulsar.
teu nome é minha ternura,
meu corpo quer te chamar.
Tu já sabes do que sinto,
mas a chama só aumenta,
cada gesto é um recinto
que teu encanto alimenta.
Tanto a ver, tanto a tocar,
teus segredos desvendar
é missão que me sustenta.
Mostra os cantos mais profundos
onde a alma quer se abrir,
onde os sentidos fecundos
nascem só pra traduzir
meu olhar, minha emoção,
o pulsar do coração
que só sabe te seguir.
Lê meus gestos, meus suspiros,
ouve os silêncios meus,
cada toque que respiro
vem dos desejos dos céus.
Na linguagem do arrepio,
teu carinho é meu desvio
pra caminhos tão seus.
Te convido, sem demora,
a explorar minha pele,
cada verso que se aflora
feito chama que revele
meus segredos escondidos,
meus anseios contidos
que tua presença sele.
Tua boca é meu roteiro,
tua mão é direção,
navegamos por inteiro
nesse mar de sensação.
O mistério nos embala,
e a paixão nunca se cala
no compasso da emoção.
Vem fazer do tempo um ninho
nesse amor que não tem fim,
vem trilhar o meu caminho,
vem morar dentro de mim.
No teu toque sou verdade,
sou desejo, liberdade...
Sou teu mundo, enfim.
segunda-feira, 3 de novembro de 2025
domingo, 2 de novembro de 2025
sábado, 1 de novembro de 2025
ENTRELINHAS DO DESEJO
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
SÓ PULSAÇÕES
Nas entrelinhas,
os versos ardem em silêncio,
tocam-se como bocas famintas,
palavras que se desnudam
ao menor sussurro de desejo.
Dançam no papel como corpos febris,
a tinta escorre —
não como escrita,
mas como toque,
como língua que percorre pele em segredo.
Não há métrica,
só pulsações —
cadência dos corpos que se entendem no escuro,
rimas? Apenas gemidos disfarçados
em sons que a alma solta sem culpa.
As frases deslizam,
macias, lentas, molhadas de intenção.
Cada imagem, um arrepio.
Cada pausa, um olhar profundo
antes do mergulho.
A poesia se despe
em pleno ato de ser,
e o poema se entrega inteiro,
com os lábios abertos
e a respiração entrecortada,
pronto para gozar o sentido.
quinta-feira, 30 de outubro de 2025
MAR EM FÚRIA
Teus lábios — pétalas famintas —
tocam minha pele como brisa em flor aberta.
Arrepios percorrem o corpo,
em dança selvagem,
como se o vento soubesse o caminho
dos nossos instintos.
As almas se encontram —
não com palavras,
mas no silêncio que grita,
no instante em que tudo se desfaz
e somos só emoção
em estado bruto.
Cada suspiro paira
como verso inacabado,
flutuando entre nossos olhares.
No lençol, a poesia escorre
sem métrica, sem freio,
em traços de desejo
que acendem a pele.
Corpos entrelaçados
escrevem sua própria linguagem.
Toques que falam,
gemidos que traduzem
aquilo que nenhuma palavra alcança.
Na cadência do prazer,
somos apenas
livres.
E vivos.
Como o mar que, em sua fúria,
beija a areia sem pedir licença.
quarta-feira, 29 de outubro de 2025
LÍNGUAS EM UM DUETO
Toques sutis despertam a pele,
suaves incêndios que nascem no silêncio.
Gemidos, murmúrios íntimos,
como versos sussurrados à flor da carne.
Cada carícia é nota de uma melodia nova,
um compasso que vibra na dança dos corpos,
onde a paixão se acende
e o tempo se dissolve em desejo.
Lábios se encontram com urgência,
línguas em um dueto que não precisa de palavras.
Movimentos intensos
no compasso secreto do prazer compartilhado.
Tecidos deslizam, revelando segredos,
e o calor cresce como chama que não cessa.
Dois enredos entrelaçados em um só desejo,
uma sinfonia onde a fome se sacia no amor.
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