sábado, 17 de janeiro de 2026
NAS BRISAS DO TEU ABRAÇO
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
LOUCURA SENTIDA
Há um incêndio manso no teu olhar,
uma tentação indomável
que não pede licença —
apenas acontece.
Os corpos se reconhecem
antes mesmo do toque,
vibram na mesma frequência,
ardem em silêncio ruidoso
onde a razão se rende.
Em nós, a paixão se espalha
como chama em pele nua,
contagia gestos,
desamarra suspiros,
faz do instante um abismo doce.
É loucura sentida nos olhos,
presságio de entrega,
amor que transborda
sem medo de excessos.
Que os desejos encontrem morada,
que se cumpram sem pressa,
e que nossos beijos —
gravados na pele e na memória —
ousam ser eternos.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
MEU CORPO SE AGITA
Sob o luar, nossos corpos se encontram
Paixão ardente, como fogo a queimar
Nossos desejos, sem medo, se aclaram.
Tua pele macia, a me enfeitiçar
No toque suave, meu corpo se agita
Nossos suspiros no ar a ecoar.
No leito do amor, juntos, a vida se agita
Em êxtase, perdidos, não queremos sair
Nossos corações, unidos, não têm mais pressa.
Linda interação do Amigo Poeta DULCE
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
MINH'ALMA SE FAZ MULHER
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terça-feira, 13 de janeiro de 2026
POESIA DO SER
Nas linhas do
pensamento a trilhar
caminhos de dúvidas,
luz a surgir,
banhando-se sob
estrelas a cintilar,
preciosa poesia
do ser a se despir.
Silêncios antigos
ecoam na margem do tempo,
onde o sentir aprende
a caminhar sem mapas.
Cada passo é vertigem,
e também abrigo,
pois o instante revela
o que a alma já sabia:
Há beleza no inacabado,
verdade no que treme,
e no íntimo desvelo
nasce o gesto de existir.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
domingo, 11 de janeiro de 2026
LAMPEJOS CLAROS
Nos olhos, lampejos claros,
brilham como a luz do dia,
trazem centelhas de ardia
paixão em laços tão raros.
Em devaneios tão caros,
nosso amor é um ensejo.
Nos olhos, lampejos claros,
no peito, ardente desejo.
Arde intenso, queima fundo,
feito chama incontrolável,
um anseio inabalável
no olhar que mostra o mundo.
É um fogo tão fecundo,
feito sopro de um beijo.
Nos olhos, lampejos claros,
no peito, ardente desejo.
sábado, 10 de janeiro de 2026
DESEJOS QUE O CORAÇÃO GUARDA
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
NO VAIVÉM DO TEU MAR
Leva-me, amor, nas tuas ondas serenas,
Onde me perco, onde sou tua, inteira,
Dá-me tua mão, e em tuas águas amenas,
Encontro abrigo que me acalma e me espera.
No vaivém do teu mar, me deixo levar,
Sinto o toque da maré a me envolver,
E em teus braços, vou naufragar,
Onde o amor se torna o meu querer.
Dá-me a foz onde meu corpo se refaz,
No silêncio das águas, encontro meu lugar,
As ondas do teu ser me envolvam em paz,
E no teu caudal, vou me deixar afogar.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
ENTREGA
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
NA PENUMBRA DO DESEJO
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terça-feira, 6 de janeiro de 2026
NO CALOR DO DESEJO
Quando a aurora se despedaçar em nossas peles,
cansados e repletos,
não indagues sobre o tempo perdido,
os meses de silêncios e ecos,
têm morada aqui,
entre nossos corpos entrelaçados,
no calor do desejo e na dança do prazer.
Entre o aroma da pele que se funde,
e o tremor dos lábios se encontrando,
a urgência do instante,
bate como um tambor,
incessante,
revele-se em cada toque,
neste refúgio de fervor e entrega.
E quando o crepúsculo se lançar em cores,
saberemos,
que os vestígios da ausência
se desmancharam,
como névoas ao amanhecer,
cada sussurro nosso,
cada gemido,
uma ode à intensidade que nos consome.
Nossas almas,
despidas de amarras,
percorrem a brasa ardente,
desvendar emoções,
abismos profundos,
um labirinto de sentidos
onde o amor se desenha cru,
vital e visceral.
Assim nos encontramos,
neste leito de anseios
onde cada palavra é um beijo,
onde cada silêncio,
um espaço
onde a razão se rende,
ao clamor do instinto.
E ao final,
quando o sol finalmente se ocultar,
seguiremos inteiros,
tecidos de paixão,
como dois corpos
que desenharam,
na penumbra,
um mundo à parte,
onde a linguagem é pura e sem limites.
Deixemos que a noite nos abrace,
como amante que não se cansa,
entre murmúrios e risos,
de ambições insaciáveis,
e ao amanhecer,
seremos a memória ardente
daquilo que fomos,
do que ainda somos.
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