quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
A NOITE SE ABRE EM CHAMAS
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
CHAMA DA MADRUGADA
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
UM POEMA SEM FIM
Nossos corpos são versos, em ritmo que explode, na dança sem fronteiras, no espaço onde tudo é poesia.
Ecos do prazer se espalham,
Nada nos limita, somos autores e atores, inventando cenas, rasgando o silêncio, tocando o infinito.
Na pele, o toque é palavra, na fusão dos sentidos, o mundo se desfaz, cada gesto é luz, cada olhar, paz.
Somos chama e silêncio, compasso raro, abraço que se estende até o horizonte.
E a vida, suspensa, desenha nosso traço, um poema sem fim, livre, inteiro, feito de nós.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
SOMOS INSTANTE ETERNO
domingo, 21 de fevereiro de 2016
O AMOR SE ESCREVE ALÉM DA RAZÃO
Desejo que arde, em cada pensamento, um abraço que nos envolve, apertado, sem fronteiras.
Sensações intensas, um instante que se abre, entregues ao prazer, ao chamado do corpo.
Exploramos caminhos sedutores, ousadia em cada toque, paixão que se escreve em versos ardentes, num ritmo louco que nos embala.
A chama não descansa, teu beijo me tatuando por dentro, vertigem que não busca explicação, apenas o pulso vivo da sensação.
No auge do encontro, sem direção, sem limites, o amor se escreve além da razão, livre, inteiro, feito de nós.
sábado, 20 de fevereiro de 2016
EM VERTIGEM SUAVE
Somos poesia livre, ardente, sedutora, na penumbra que guarda segredos, nossa história se insinua.
Corpos nus revelam silêncios,
Que as noites sejam eternas, ardentes, plenas, na dança do amor que inventa cenas, poema de pele, desejo e calor, duas almas unidas em verso saboroso.
O tempo silencia sua pressa, seu peso se dissolve, nosso encontro se escreve além do juízo, feito mar que transborda em segredo, onde cada suspiro é verso sem compromisso.
No infinito da pele, o instante se eterniza, o mundo se dissolve em vertigem suave, restando apenas nós, em pura poesia viva, tecendo no agora a mais doce origem.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
AH, DOCE TENTAÇÃO
Ah, doce tentação,
manto de volúpia sobre a pele,
teia viva onde nos enredamos
sem querer fugir.
Somos cúmplices
de um segredo proibido,
e nele nos entregamos
como quem atravessa a própria noite
sem medo do abismo.
Cada instante entre nós
transborda em êxtase,
em gemido desenfreado,
em coragem de sentir
o que o mundo não nomeia.
Passamos pelas fronteiras do imaginável,
e na loucura dessa entrega
nos tornamos vulneráveis,
inteiros, abertos, ardentes.
Cada toque é verso,
poesia em ebulição,
e nosso amor proibido
arde como uma contradição
que insiste em ser chama.
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