segunda-feira, 22 de novembro de 2021
domingo, 21 de novembro de 2021
MEU TESÃO BANDIDO
Meu tesão bandido, tão forte e imenso
Queima em meu peito como fogo denso
E me deixa louca com libido intenso...
Meu corpo uma diversão, um labirinto
Contornos, desvios, licor absinto
E desregrados prazeres famintos...
As curvas podem levar ao delírio
Sua língua em meu clítoris, o declínio
Possuindo-me com forte predomínio...
Recreio, recheio ao meio de prazer
Meu tesão bandido, manancial de lazer
Playground, solta na pista para foder!
sábado, 20 de novembro de 2021
SOMOS TODOS IGUAIS
Igualdade - Solidariedade - Respeito
Em versos que entoam a verdade pura
No tablado do mundo, a vida é palco
Clamamos por justiça, sem amargura
Aonde o racismo não seja tal calco.
Somos todos iguais nesta jornada
Na pele que vestimos, cor é traço
A alma que nos guia, estrada
O mesmo sol nos abraça no regaço.
Que se dissolva a sombra do preconceito
Que o coração humano acorde do tormento
Ás injustiças da vida, o negro está sujeito.
No palimpsesto da história, novo intento
Que o amor prevaleça, sempre perfeito
Racismo, que seja passado, não sustento.
Você sabe a diferença?
Racismo: Conduta discriminatória dirigida a determinado grupo.
Considerado mais grave pelo legislador, é imprescritível e inafiançável.
Injúria racial: Consiste em ofender a honra de alguém
com a utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem.
Racismo: Conduta discriminatória dirigida a determinado grupo.
Considerado mais grave pelo legislador, é imprescritível e inafiançável.
Injúria racial: Consiste em ofender a honra de alguém
com a utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem.
💗 Ouça 💗
Olhos ColoridosSandra Sá
sexta-feira, 19 de novembro de 2021
LABAREDA INFINITA
O fogo não conhece fronteiras,
ele se espalha pela pele como rio de brasas,
devora cada suspiro,
transforma o corpo em labareda sem fim.
Cada toque é faísca,
cada beijo, explosão,
e no incêndio da luxúria,
não há noite que baste,
não há carne que suporte.
Labareda infinita é vertigem,
é febre que não se apaga,
é o grito que se multiplica,
selvagem, cru, arrebatador.
quinta-feira, 18 de novembro de 2021
EM SONHOS DE ASAS
Em sonhos de
asas cintilantes
Dançam os peixes
no céu noturno
Relógios derretem
em rios incessantes
E o pensamento vagueia
vago e saturno.
Entre constelações líquidas e ilusões errantes,
A lua boia em silêncios de prata e cetim,
As estrelas piscam segredos delirantes,
Enquanto o tempo se desfaz dentro de mim.
As horas escorrem sem forma ou contorno,
Feitas de ecos, vertigens e luz difusa,
E o sonho, suave e quase morno,
Me envolve na névoa que tudo usa.
Assim, sigo leve, sem chão nem certeza,
Nessa vigília onde o real é bruma e véu,
Pois sonhar é tocar, com etérea leveza,
O infinito invertido que habita o céu.
terça-feira, 16 de novembro de 2021
DELÍRIO ABISSAL
O delírio é abismo profundo,
um mergulho sem retorno,
onde o prazer se torna vertigem
e o corpo, oferenda ao infinito.
Cada gesto é queda,
cada gemido, naufrágio,
e no fundo do abismo,
há apenas o gozo que nos consome.
Delírio abissal é febre sem cura,
é loucura que nos arrasta,
é a carne entregue ao caos,
onde não há razão,
apenas eternidade em combustão.
segunda-feira, 15 de novembro de 2021
NO ÁPICE DO PRAZER
No ápice do prazer,
O mundo para de girar,
E tudo o que existe é o nosso ser,
Entrelaçado em um intenso amar.
Os corpos se movem em sincronia,
Em uma dança de paixão e entrega,
E os gemidos de pura euforia,
Ecoam na noite sem nenhuma nega.
O suor escorre pela pele,
E as mãos se agarram em desejo,
Enquanto nos olhos o brilho tão singelo,
De quem se entrega por inteiro ao beijo.
E o tempo parece não existir,
Nesse momento tão sublime,
Onde o amor e a paixão se fundem sem resistir,
E nos levam ao mais intenso clímax do crime.
No ápice desse prazer,
O universo se curva para a nossa paixão,
E nada é mais importante que nosso querer,
Que nos une em uma só emoção.
sábado, 13 de novembro de 2021
ÊXTASE PRIMORDIAL
O êxtase é origem e fim,
um grito que antecede o mundo,
uma explosão que cria universos
na vertigem da carne.
Somos cosmos em febre,
somos astros em combustão,
somos eternidade que se abre
em cada toque, em cada beijo.
Êxtase primordial é renascimento,
é vertigem que devora a razão,
é prazer que se torna divindade,
selvagem, visceral, arrebatador.
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