Sob a pele, brasas escondidas,
ardendo em silêncio,
esperando o instante certo
para incendiar o mundo.
São segredos em combustão,
faíscas que se escondem nos gestos,
e quando explodem,
não há quem resista ao clarão.
As chamas ocultas não pedem perdão,
elas devoram sem piedade,
transformam o corpo em altar,
onde o prazer é sacrifício e oferenda.
E quando o fogo se revela,
não há noite que baste,
não há carne que suporte,
apenas o delírio que nos consome.
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Una bonita y poética manera de describir el ciclo de la naturaleza que no para ni cuando nos parece que esta en calma.
ResponderExcluirSaludos.
La sencillez de la vida, es sin duda el real sentido de vivir y además de saber apreciar como lo has hecho en este poema.
ResponderExcluirMais beijos doces.