Teu corpo é verso que aprendo devagar,
nas curvas que o silêncio não contém,
a boca busca o que a pele retém —
um fogo que só tu sabes acender...
Percorre cada traço do meu ser,
teus dedos, rios que ensinam a querer,
enquanto a noite nos convida a arder...
Deixamos cair qualquer disfarce frio,
teu nome é mar — e eu me entrego ao rio,
e cada beijo vira um lugar de haver...
Onde o desejo não precisa de nome,
tua voz me nutre quando a alma tem fome,
teu corpo é verso que aprendo devagar.
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Felicitarte por haber conseguido que este bello poema sea algo mas que un refugio de sueños.
ResponderExcluirSaludos.
Concordo.
ResponderExcluirSem Amor não pode haver esperança.
Belo texto.