TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia






sexta-feira, 26 de agosto de 2022

SUA FRAGRÂNCIA E ENCANTO



Relendo os versos que eu te fiz
 A cada dia a saudade aumenta
 Lembrando de outrora feliz
 Ainda sinto a sua presença...

 E mesclado com o meu pranto
 Arde o gosto dos seus beijos
 A sua fragrância e o seu encanto
 Vem despertando os meus desejos...

 Circunspecto e guardado ficou
 E dessa forma vai subsistindo
 Meu coração que tanto te amou...

 Memorândum de amor mui lindo
 Que em meu peito se perpetuou
 Tão calado... saudoso... e infindo.




  Cléia Fialho

terça-feira, 23 de agosto de 2022

ACORDES DOS DESEJOS



Simples amor...
 Tal qual pétalas da flor...
 Brisa serena e amena...

 Que toca e acaricia...
 Em perfeita sinfonia...
 Os acordes dos desejos...

 Entre gemidos e beijos...
 O escol derrama em tesão...
 Todo vigor de uma paixão...




  Cléia Fialho

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

terça-feira, 16 de agosto de 2022

ONDE O AMOR SE GUARDA



Em tons dourados, o céu se despede
Desce a noite, suave e mansa
A luz se esconde, e o tempo cede
Ao mistério que a lua alcança.

Nas sombras dançam lembranças
De amores que o dia já quis
E em silêncio, em nós descansa.

Doce murmúrio que invade a mente
Revela segredos entre a brisa e o céu
Um toque leve e persistente
Que nos desperta num sutil véu.

Na vastidão que a alma veste
Um olhar procura abrigo
Ecoa o amor que ainda reste.

Assim vai o tempo e o sonho que passa
Ciclos que a vida tece e embala
Leva consigo, volta e enlaça
Onde o amor se guarda e se cala.




  Cléia Fialho

O Experimental Canzoneto MDSL 
é uma criação da Poetisa Margareth D S Leite

terça-feira, 9 de agosto de 2022

OS DEDOS TRAÇAM MAPAS



Teus olhos são poços profundos,
onde me perco sem medo de afogar.
O ar fica denso, carregado
de um segredo que não ousamos falar.

Sinto o calor subir pela espinha,
como fogo lento que consome a razão.
Cada toque é uma palavra dita
em língua antiga, de pura emoção.

A respiração se entrelaça à tua,
num ritmo que só nós conhecemos.
Os dedos traçam mapas na pele,
descobrindo mundos sob os tecidos.

A noite desce lenta, um véu de seda,
envolvendo o corpo em sombras suaves.
Não há pressa, apenas a certeza
de que o tempo se dissolve nas mãos.

Não há fronteiras, nem limites,
apenas a curva do teu quadril.
A sedução não é arma, é convite,
é o silêncio que grita mais alto.

Deixo-me levar por essa corrente,
que me arrasta para o abismo doce.
Onde a alma se veste de carne,
e o prazer é o único foco.

Bebo de ti como água da fonte,
sedento por um gole de eternidade.
Neste instante, tudo é possível,
tudo é verdade, toda a verdade.




  Cléia Fialho

domingo, 7 de agosto de 2022

PREDESTINADA À LUXÚRIA SEM LIMITES



 A 1ª vez a gente nunca esquece.
 Depois de muito esfrega-esfrega, cedi à tentação, que me consumia.
 Meu namorado pulou o muro de casa e entrou escondido no meu quarto.
 Começou a me beijar, arretar forte, e eu sem saber o que fazer, só ia me deixando levar pelos instintos e correspondendo (copiando na verdade) tudo o que ele fazia.

 Fiz cara de nojo, mas suguei o pau dele, e peguei gosto pela coisa, tanto que me atraquei a chupar como se fosse um picolé cremoso!
 Nossa! Verdadeira delícia preenchendo minha boca, encostando na garganta, me engasgando, vertendo água dos olhos!
 Quando ele colocou a língua na minha xaninha, "aiai, logo vi que ia doer" mesmo apreensiva, achei muito gostoso, e gritei quando meu corpo se contraiu, a pele arrepiou. e senti algo que vinha lá de dentro, muito intenso, rápido e louco!

 Ele disse: "gozou na minha boca putinha, que delícia!" e veio subindo, lambendo minha barriguinha, e mordendo de leve meus peitinhos.
 Beijava minha boca, chupava meu pescoço, enquanto segurava minhas mãos acima da minha cabeça, suas pernas se acomodavam no meio das minhas.
 Pegou o pau e delicadamente tentava me penetrar.
 Eu me contorcia de prazer e medo, enquanto ele sussurrava em meu ouvido:
 "relaxa, gatinha".

 Estava doendo muito, pensei muitas vezes em pedir pra ele parar, toda vez que me perguntava: "tá doendo?", eu gemia e afirmava que sim, suspirando: "vai, continua!"
 Ele continuou... até que... Puta que pariu!!! (deu uma dor do caralho) quando meu cabacinho rompeu, senti algo quente escorrendo, e vi que era sangue!
 Mesmo dolorido, estava muito gostoso aquele vaivém, que aumentava a força e a velocidade...eu estava sendo comida, invadida, possuída... devorada com tesão selvagem, estava encorporando uma mulher ou uma fera agora, dando adeus á minha pureza.

 Me desvai sofregamente num orgasmo suado, quando a cabeça do pau, roçou meu clítoris, e ele gozou respingando nos meus seios e no meu rosto.
 Muito me apeteceu o cheiro e o gosto do esperma, (que eu disfarçadamente) encostei a pontinha do dedo levei à boca... hum... e saboreei a meleca!

 Minha bucetinha ficou muito ardida e doida, por uns 3 dias, mas não impediu de na mesma semana eu dar de novo, experimentar outras posições e conhecer aos poucos outros prazeres e maneiras diferentes de gozar...
 Mesmo inexperiente, uma coisa aprendi desde a 1ª vez... EU me encaixava no seleto grupo de fêmeas gulosas, que nasceram predestinadas á luxúria sem limites!

 Por isto sempre repito:
 "Tamanho não é documento...
 Beleza não põe mesa...
 Quando uma felina brama, ela morde sim!
 Pois é na cama, que os rugidos da libido se inflama!"

 Tenho dito.




  Cléia Fialho