quarta-feira, 27 de maio de 2015
ÊXTASE SEM IGUAL
terça-feira, 26 de maio de 2015
NOITE ABERTA
segunda-feira, 25 de maio de 2015
QUERENDO TE AMAR
domingo, 24 de maio de 2015
FESTA DO PRAZER
Quero aproveitar cada centímetro do teu corpo.
Preliminares me aquecem, dedos brincam em meu refúgio.
Beijo profundo, tua boca mergulha em mim,
meus seios se erguem sob tua língua faminta.
Quanto mais quente me deixas, mais úmida me torno.
Abro minhas pernas e te recebo inteiro, até que tua força se encontre no fundo de mim. Dou-me por completo, faço uma pausa breve, antes da segunda invasão que me consome. Teu comprimento desliza sobre meu clitóris, demorando-se no ponto secreto que me faz sorrir.
Mudamos posições, variamos ritmos, cada movimento me leva ao clímax. Chego várias vezes, perdida em transe, sem espaço para o tédio, sem espaço para o vazio. Eu te dou o que desejas, sem reservas, uma sessão selvagem de prazer e entrega, onde minha carne é palco, e tua fome é espetáculo.
sábado, 23 de maio de 2015
O QUE AS SOMBRAS SABEM
sexta-feira, 22 de maio de 2015
RITUAL DE LUXÚRIA
quinta-feira, 21 de maio de 2015
O GEMIDO ROUCO
quarta-feira, 20 de maio de 2015
SELVAGERIA DO DESEJO
Éramos jovens, famintos de prazer. Tua boca mergulhava em minha carne, tua cabeça repousava em minha pélvis, meus segredos ardendo em calor. Eu não acreditava na sorte: apaixonados, entregues, devorados. Teu falo endurecia só de estar comigo.
Meu corpo era território aberto, cada curva explorada por tuas mãos. Do banco de trás à areia da praia, onde o mar nos assistia em silêncio. Eu trabalhava tua ereção com tesão intenso, sempre fui abrigo quente, sempre fui convite sem pudor.
Tu eras amante voraz, eu mais que desejo, eu febre. Sempre buscávamos saciar um ao outro, jogo de corpos sem hesitação. Nunca duvidamos da entrega, nunca faltou fogo em nossas tentativas.
Às vezes, o início era lento, minhas mãos brincavam com tua rigidez, meus dentes mordiscavam teus seios, minha boca sugava meu próprio prazer. Línguas se chocavam, dedos se afundavam, até que o gozo nos inundava em excesso.
Então vinha a viagem selvagem: por trás, de lado, de frente. Cada posição era fantasia, cada ritmo, uma explosão. Tu me fodia sem trégua, eu te dominava centímetro a centímetro.
Minha gruta te apertava com força, meus quadris dançavam em crime delicioso. Tu controlavas as estocadas, eu me abria em calor líquido. Não havia dúvida: gozávamos juntos, sempre, em mais uma festa de luxúria.
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