TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia




sábado, 13 de junho de 2026

URGÊNCIA DOS DESEJOS


Vem…
meu coração ainda te chama
com a urgência dos desejos
que ficaram suspensos no tempo,

esperando teus beijos
como quem espera o amanhecer.

Vem,
que meus braços guardam
o espaço exato do teu corpo,
e minha alma deseja perder-se
na intensidade do teu abraço
e na essência do teu ser.

Deixa-me tocar teus silêncios,
desnudar teus pensamentos,
confundir teus sentidos
com a febre doce dos meus arrepios.

Percorre minha pele
como vento em noite de verão,
mistura-te aos meus sóis e luas,
às estrelas derramadas
entre teu corpo e o meu.

Meus lábios te procuram
mesmo na ausência,
gritam teu nome em segredo
a cada segundo distante,
a cada vontade contida.

Marca em mim
a lembrança das tuas mãos,
como selo de pertencimento,
como promessa silenciosa
de entrega e desejo.

Do teu olhar ao meu,
do teu querer ao meu consentir,
que não existam barreiras,
nem medos, nem pudores.

Vem para mim…
porque meu coração te chama
em chamas,
e o amor não sabe esperar.





  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta Casmil

Sensualidade no poema expressa
Levita no pensamento,
Pelo corpo diverge bem depressa
Intensamente aos sentidos,
E o desejo logo se apressa…

Beijos que o teu corpo aguardam
Desejos de teus abraços usufruírem,
Membros frenéticos que não param
Sonhos, fantasias que disparam,
Para num só corpo se constituírem!

Eis pois sentimentos sentidos
Desejos guardados,
Após teu corpo percorrido
Sem qualquer desejo perdido,
E pela imaginação explorados!

 GRATIDÃO 

sexta-feira, 12 de junho de 2026

NO LIMITE DO SENTIR


Faço de ti presença intensa nos meus limites,
onde o desejo deixa de ser controle
e vira vertigem.

Te entrego aos meus excessos mais humanos,
não como culpa,
mas como travessia —
um mergulho fundo no que pulsa sem nome.

E deixo tua boca me atravessar em sensações
que desfazem o silêncio do corpo,
como se cada instante
quebrasse um pouco mais as fronteiras
do que eu sabia sentir.

Entre respirações e pausas que tremem,
me reconheço em teus gestos,
e me perco neles também,
como quem aceita o risco
de existir com intensidade demais.

Não há mártir, não há algoz —
apenas dois corpos conscientes
da própria fome de sentir,
se encontrando no ponto exato
onde o excesso
vira linguagem.





  Cléia Fialho

quinta-feira, 11 de junho de 2026

VIAJAR PELA TUA PELE


Permite que eu viaje pela tua pele
devagar,
como quem atravessa um território sagrado
feito de silêncio e calor.

Quero saciar-me da tua presença
até que o mundo perca forma
e reste apenas o instante
em que dois corpos se reconhecem.

Deixa-me te cobrir de carícias
sem pressa,
entre beijos mornos que aprendem teu contorno
como se cada centímetro teu
fosse um verso recém-descoberto.

Quero deslizar meus lábios por ti
como vento suave em superfície quente,
sentindo tua pele responder
ao menor toque,
ao menor suspiro.

Que meus dedos despertem em ti
ondas de arrepio,
e que esse movimento silencioso
se transforme em linguagem
entre o teu corpo e o meu.

Permite que tua respiração me encontre,
que teus sons baixos preencham o espaço
onde não há mais controle,
apenas entrega e presença.

Quero te olhar no limite da intensidade,
ver teus olhos acesos
como farol em noite aberta,
enquanto te conduzo
a esse lugar onde o pensamento cede
e o sentir assume tudo.

E então me perder nos teus segredos
sem mapa, sem retorno,
apenas esse mergulho lento
onde cada toque é profundidade
e cada instante
um modo de desaparecer em ti.





  Cléia Fialho

quarta-feira, 10 de junho de 2026

VERTIGEM DO TEU CORPO


Te quero agora,
sem distância,
sem demora,
como a chuva quer a terra seca
antes da tempestade cair.

Meu corpo te chama
num idioma antigo,
feito de arrepios,
respiração falha
e desejos que queimam por dentro.

Imagino tuas mãos
percorrendo minha pele
como quem conhece caminhos secretos,
e teus beijos — fundos, lentos —
desfazendo toda a pressa
enquanto me incendiamos juntos.

Tua voz rouca
atravessa a noite
e encontra em mim
um lugar onde o desejo floresce
sem medo,
sem medida.

Há um calor crescendo,
um mar inquieto sob a pele,
uma vontade que transborda
e já não cabe no silêncio.

Então vem.

Vem como vento forte,
como fogo em madrugada fria,
como quem sabe exatamente
onde tocar
para transformar saudade
em vertigem.

E me abraça inteira,
até que não exista mais
teu corpo e o meu —
apenas essa chama viva
nos consumindo devagar.





  Cléia Fialho

terça-feira, 9 de junho de 2026

CHAMA NA PENUMBRA



Na penumbra do quarto a pele arde,
Teu corpo ao meu se entrega em ardor,
Cada toque desvenda, sem alarde,
Os segredos profundos do amor.

No compasso da noite, a dança cresce,
Beijos pairam suaves pelo vento,
Cada curva em poesia resplandece,
E o desejo governa o firmamento.

A lua espia à fresta da janela,
Silente guardiã da chama acesa,
Ouve gemidos doces na viela.

E ao final da paixão que nos consome,
Nossas almas repousam na beleza
Desse fogo sem fim que traz teu nome.





  Cléia Fialho

segunda-feira, 8 de junho de 2026

IDIOMA DA PELE


No encontro dos corpos
a noite aprende outro idioma.

Há fogo no toque,
há febre no silêncio entre um beijo e outro,
como se a pele escrevesse poemas
antes mesmo das palavras nascerem.

Teus lábios chegam famintos,
e eu me perco nesse instante
em que desejo e ternura
deixam de ser coisas separadas.

Nossos corpos dançam devagar,
às vezes urgentes,
às vezes suaves como maré noturna,
inventando uma música
feita de respiração, arrepio e entrega.

Tuas mãos percorrem caminhos secretos,
acendem constelações sob minha pele,
e cada suspiro parece abrir
mais espaço para o infinito.

Não há medo aqui.
Só dois corações incendiados
atravessando a madrugada
como quem descobre o amor
pela primeira vez —
intenso, ousado, inteiro.

E entre gemidos baixos
e versos sem medida,
nos amamos assim:
livres,
ardentes,
profundamente vivos.





  Cléia Fialho

domingo, 7 de junho de 2026

NOS BRAÇOS DA TEMPESTADE



A chuva cai suave, o céu a chorar,
Mas dentro de mim, só amor a pulsar.
O frio envolve o corpo em seu abraço,
E tu, meu amor, és o meu mais doce laço.

A cada gota que toca o chão,
Aumenta o fogo da nossa união.
Nos teus olhos, o brilho de quem sente,
O desejo que arde, quente e ardente.

Chuva e frio, o cenário perfeito,
Para o amor se fazer no leito.
Nos envolvemos em uma dança suave,
E cada toque, cada suspiro, é chave.

Nada mais importa, só nós dois,
Desfrutando do calor que é só nosso, depois.
A tarde é nossa, e a noite também,
Juntos no prazer que se torna um bem.

Vem, amor, e repousa nos meus braços,
Deixa a tempestade passar entre abraços.
No nosso refúgio, não há mais limites,
Só amor e carinhos, em mil infinitos.




  Cléia Fialho

sábado, 6 de junho de 2026

SOMOS POESIA E PRAZER



No leito da sedução
nossos desejos a explodir
Somos poesia e prazer
sem medo de nos permitir.

Teu beijo, um convite
para o êxtase a nos conduzir
Em versos vocábulos sensuais
nosso amor a seduzir.

Na dança cálida da noite,
teu corpo a me consumir,
feito chama em desatino
difícil de resistir.

E entre carícias e suspiros,
num doce e lento fluir,
somos dois astros ardentes
nascidos para sentir.

 



  Cléia Fialho

sexta-feira, 5 de junho de 2026

INCENDEIA MEU CORPO



Teus olhos profundos
como estrelas a cintilar
Desvendam segredos
que queremos revelar.

Teu toque suave
como brisa a acariciar
Incendeia meu corpo
não consigo disfarçar.

Teus sussurros em meu ouvido
fazem meu mundo silenciar,
e em cada doce instante
vejo o amor se derramar.

Na dança dos nossos sonhos,
sob o luar a nos guiar,
nossos desejos se encontram
como ondas beijando o mar.

 



  Cléia Fialho

quinta-feira, 4 de junho de 2026

O TEMPO REPOUSA



Contigo os dias brilham mais fortes,  
Sonhos que dançam, mudando a sorte,  
Voamos juntos sem direção,  
Na bússola louca do coração.  

Teu riso é brisa que me acalma,  
Teu toque é chama que aquece a alma,  
Nosso amor rompe o impossível,  
Tão real quanto o invisível.  

És o poema que a vida escreveu,  
O verso secreto que a vida me deu,  
Em cada gesto, o mundo se alinha,  
Meu céu começa onde tua mão caminha.  

Só com você, o tempo repousa,  
A dor se cala, a paz se pousa,  
E nesse abraço que não tem fim,  
O amor floresce dentro de mim.  




  Cléia Fialho

quarta-feira, 3 de junho de 2026

OLHARES CRUZADOS



No toque suave, desejo se inflama,
Olhares cruzados, ardor que chama,
E o fogo no peito já proclama.

Lábios que sussurram promessas ao ar,
Mãos que desenham mapas de morar,
Pulsos que se encontram, tempo a dobrar.

Respira a noite, envolvem-se as fibras,
Silêncios viram música entre sombras e brisas,
O desejo vive em nós, ardente, vive!
E o mundo se fecha em nossos giros livres.

Queime a vergonha, acenda a ventura,
Cada toque é ânsia, cada gesto é cura,
Somos brasas antigas em nova ternura.

Sussurros ao vento, convite velado,
Pele que anseia, um arrepio ao lado,
Corpos que dançam num ritmo marcado,
O tempo suspira, eterno e encantado.




  Cléia Fialho

terça-feira, 2 de junho de 2026

TRILHA ENVOLVENTE



No toque que acende o desejo ardente
Os corpos se encontram em doce chama
Suspiros sussurram em trilha envolvente.

Pele na pele, um fogo que clama
Olhares que dizem o que a voz não ousa
Beijos profundos em paixão confusa
Onde o amor se faz e se derrama.

No ritmo febril da noite serena
Mãos desenhando caminhos secretos
Entre arrepios de seda e poema.

E enquanto o silêncio recolhe os afetos
Fica no ar a fragrância pequena
De dois corações em laços inquietos.





  Cléia Fialho

segunda-feira, 1 de junho de 2026

UM DESEJO ENVOLVENTE



Teus dedos percorrem
meus caminhos mais secretos,
e entre suspiros inquietos
vou perdendo as defesas.

Tua boca em minha pele
é febre lenta e ardente,
um desejo envolvente
que em meu corpo se revele.

E quando o instante explode
em calor e rendição,
já não existe razão
que nosso querer impeça.

Pois no compasso dos beijos,
na vertigem do tocar,
somos fogo a incendiar
a noite dos nossos desejos.




  Cléia Fialho

domingo, 31 de maio de 2026

EU ME ACABO EM TESÃO



Na ânsia desmedida do nosso encontro,
Em chamas de desejo que me consomem,
Eu me acabo de tesão, sem pudor ou desconto.

Os sentidos se afloram, em explosão intensa,
Cada toque, cada beijo, é pura adrenalina,
E nesse frenesi, meu corpo se rende, imensa.

As mãos trêmulas exploram cada curva,
Em suspiros e gemidos, o prazer se eleva,
E eu me acabo de tesão, sem qualquer reserva.

Nossos corpos suados se entrelaçam com volúpia,
Em um ritmo frenético, dançamos o êxtase,
E eu me entrego, me perco, na plenitude da luxúria.




  Cléia Fialho

sábado, 30 de maio de 2026

QUANDO TE BEIJO



Quando te beijo
e o tempo se rende,
tua boca é chama
que em mim se entende.

Sou brisa em delírio,
sou mar em ondas,
teu toque me guia,
teu gosto me sonda.

Te beijo e descubro
o céu do teu cio,
ardendo comigo
no mais doce arrepio.

E quando enfim
o silêncio nos toma,
é teu corpo o poema
que o meu verso entona.




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DUICE

Quando você me beija,
seus lábios são uma chama de fogo
que traça meu corpo ereto,
dissolvendo-se em sua boca
e se tornando seu doce sabor
a cada beijo.

 GRATIDÃO 

sexta-feira, 29 de maio de 2026

CHAMA ETERNA DA PAIXÃO



Como rios que o mundo não pode domar,
A paixão arde, chama a se libertar,
Transborda os muros, desafiando o normal,
Quebra as correntes, com seu fogo vital.

É tempestade que em fúria se solta,
Destrói a calma, submete a razão,
Transforma a alma, a mente revolta,
Liberta os sonhos com intensa paixão.

No peito, um coração nunca se aquieta,
Bate forte, um desejo sem fim,
Grita no silêncio, e a alma inquieta
Carrega a centelha do amor que é assim.

Paixão que transborda, torrente sem par,
Poder que queima, que eleva e que oprime,
Cada ferida se torna arte no mar,
E cada noite, um céu que se redime.

Na escuridão, ela é luz que conduz,
Um farol que guia a alma perdida,
Fogo que arde, mas nunca se reduz,
Rugido eterno, chama da vida.

É maré que jamais se acalma,
Dança entre céu e terra sem fim,
Cada batida traz sua guerra,
E cada suspiro é um grito sem fim.

Paixão, fonte de vida infinita,
Não pode ser presa, não pode ser contida,
Grito eterno, mistério e causa bendita,
Que dá sentido à vida escolhida.




  Cléia Fialho