TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia






quarta-feira, 19 de novembro de 2025

terça-feira, 18 de novembro de 2025

ENCANTO ENTRE OS CAMPOS E O PRAZER




Na relva macia, ao sopro do vento,
corpos se buscam num doce momento.
Na dança da pele, suspiros se vão,

sábado, 15 de novembro de 2025

ENTRE A CARNE E ALMA



Em versos rimados, se encontram na mata,
E a noite é palco de uma dança exata.
Corpos suados, em ritmo frenético,
No canto sensual, vivem um amor herético.

Entre sombras de folhas, segredo se trama,
Na clareira acesa de desejo e chama,
O luar testemunha esse enlace e arrebata.
Versos se espalham, a pele se inflama,
Em versos rimados, se encontram na mata.

O silêncio se rende a cada movimento,
Entre beijos urgentes e puro tormento,
O cio da noite se torna sonata,
E o corpo inteiro se faz instrumento,
E a noite é palco de uma dança exata.

Num compasso de fogo, se movem sem freio,
Explodem vontades sem medo ou receio.
A mata é templo do ato profético,
Na nudez dos gestos, o prazer é cheio,
Corpos suados, em ritmo frenético.

Ali, sem pecado, só rima e calor,
Se faz do desejo um sagrado clamor.
Com voz e pele, o verso é estético,
Entre a carne e a alma, explode o amor —
No canto sensual, vivem um amor herético.




  Cléia Fialho

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

ETERNIDADE NA BOCA DO BEIJO



Na saliva do beijo,
escorre o néctar da fantasia —
onde o tempo silencia
e o desejo dança sem pressa.

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

ONDE O TEMPO NÃO APAGA



Queria apagar o rastro do teu olhar,
mas ele brilha
onde o tempo não alcança.
Fica nas coisas simples —

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

UM ENCONTRO DE AMOR




Na penumbra, os corpos
se entrelaçam sem pudor
Pele a pele, em um
ballet de desejos ardentes

sábado, 8 de novembro de 2025

NOS BRAÇOS DO AMOR


Em teu olhar vejo o ninho
Onde a paz quer repousar,
Teu sorriso é meu caminho,
Feito estrada a me guiar.

Nas estrelas do arrebol,
Vejo o brilho do farol
Que me ensina a te amar.

Teu beijo é doce cantiga,
Melodia a me envolver,
Tua presença abriga
Cada verso do querer.
E no toque da tua mão,
Brotam flores da paixão
No jardim do meu viver.

Se a saudade faz morada,
Teu nome vem me acalmar,
Como brisa perfumada
Que insiste em me abraçar.
Não tempo, nem lugar
Que consiga separar
Do meu peito o teu lugar.

Nosso amor é céu aberto,
É luar a reluzir,
É destino tão concreto
Que não sabe mais fugir.
Contigo sigo em paz,
Onde fores, sigo atrás,
Feito rio a prosseguir.

E nos braços desse enredo,
Me perco pra achar
Teu carinho, doce enredo
Feito para me embalar.
O mundo inteiro se esconde,
Quando teu amor responde
Ao meu jeito de te amar.

Nos braços do amor, me deixo levar,
É nele que encontro meu doce lugar.





  Cléia Fialho

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

QUANDO O AMOR ERA CHAMA




Queria apagar o rastro do teu olhar,
mas ele brilha onde o tempo não alcança.
Te amei em silêncio,

quinta-feira, 6 de novembro de 2025

LUZ QUE NOS HABITA




Nas entrelinhas da alma,
onde o silêncio fala mais,
vive a centelha do afeto
em gestos tão naturais.

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

sexta-feira, 31 de outubro de 2025

SÓ PULSAÇÕES



Nas entrelinhas,
os versos ardem em silêncio,
tocam-se como bocas famintas,
palavras que se desnudam
ao menor sussurro de desejo.

Dançam no papel como corpos febris,
a tinta escorre —
não como escrita,
mas como toque,
como língua que percorre pele em segredo.

Não há métrica,
só pulsações —
cadência dos corpos que se entendem no escuro,
rimas? Apenas gemidos disfarçados
em sons que a alma solta sem culpa.

As frases deslizam,
macias, lentas, molhadas de intenção.
Cada imagem, um arrepio.
Cada pausa, um olhar profundo
antes do mergulho.

A poesia se despe
em pleno ato de ser,
e o poema se entrega inteiro,
com os lábios abertos
e a respiração entrecortada,
pronto para gozar o sentido.





  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DULCE

Eu te desvisto
lentamente com versos
que tatuo em sua pele,
palavra por palavra,
derretidos entre beijos.
Você queima ao toque das minhas metáforas,
diante do fogo dos meus conceitos
e transborda com a minha assinatura
de tinta branca.


 GRATIDÃO 

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