quarta-feira, 19 de novembro de 2025
terça-feira, 18 de novembro de 2025
ENCANTO ENTRE OS CAMPOS E O PRAZER
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
domingo, 16 de novembro de 2025
LEIA-ME NAS ENTRELINHAS
sábado, 15 de novembro de 2025
ENTRE A CARNE E ALMA
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
quinta-feira, 13 de novembro de 2025
quarta-feira, 12 de novembro de 2025
terça-feira, 11 de novembro de 2025
segunda-feira, 10 de novembro de 2025
UM ENCONTRO DE AMOR
domingo, 9 de novembro de 2025
sábado, 8 de novembro de 2025
NOS BRAÇOS DO AMOR
Em teu olhar vejo o ninho
Onde a paz quer repousar,
Teu sorriso é meu caminho,
Feito estrada a me guiar.
Vejo o brilho do farol
Que me ensina a te amar.
Teu beijo é doce cantiga,
Melodia a me envolver,
Tua presença abriga
Cada verso do querer.
E no toque da tua mão,
Brotam flores da paixão
No jardim do meu viver.
Se a saudade faz morada,
Teu nome vem me acalmar,
Como brisa perfumada
Que insiste em me abraçar.
Não há tempo, nem lugar
Que consiga separar
Do meu peito o teu lugar.
Nosso amor é céu aberto,
É luar a reluzir,
É destino tão concreto
Que não sabe mais fugir.
Contigo sigo em paz,
Onde fores, sigo atrás,
Feito rio a prosseguir.
E nos braços desse enredo,
Me perco só pra achar
Teu carinho, doce enredo
Feito para me embalar.
O mundo inteiro se esconde,
Quando teu amor responde
Ao meu jeito de te amar.
Nos braços do amor, me deixo levar,
É nele que encontro meu doce lugar.
sexta-feira, 7 de novembro de 2025
quinta-feira, 6 de novembro de 2025
quarta-feira, 5 de novembro de 2025
terça-feira, 4 de novembro de 2025
segunda-feira, 3 de novembro de 2025
domingo, 2 de novembro de 2025
sábado, 1 de novembro de 2025
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
SÓ PULSAÇÕES
Nas entrelinhas,
os versos ardem em silêncio,
tocam-se como bocas famintas,
palavras que se desnudam
ao menor sussurro de desejo.
Dançam no papel como corpos febris,
a tinta escorre —
não como escrita,
mas como toque,
como língua que percorre pele em segredo.
Não há métrica,
só pulsações —
cadência dos corpos que se entendem no escuro,
rimas? Apenas gemidos disfarçados
em sons que a alma solta sem culpa.
As frases deslizam,
macias, lentas, molhadas de intenção.
Cada imagem, um arrepio.
Cada pausa, um olhar profundo
antes do mergulho.
A poesia se despe
em pleno ato de ser,
e o poema se entrega inteiro,
com os lábios abertos
e a respiração entrecortada,
pronto para gozar o sentido.
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